Dias maus – o que fazer com eles?

dias maus

Toda a gente tem dias maus. Uns mais, outros menos, mas a existência de dias menos bons é quase tão certa como a morte. Esta semana tive alguns. Por isso juntei o útil ao agradável e aproveitei o meu fantástico mau feito para vos escrever mais um delicioso post. O que torna um dia num dia mau Bem muitas coisas podem transformar um dia perfeitamente banal e tranquilo num dia mau. Aliás, na maior parte das vezes, não chega um acontecimento desagradável, é preciso uma série de acontecimentos encadeados, que nos vão deixando gradualmente mais mal dispostos. Começa com um comboio que se perde por um minuto, segue-se com um autocarro que parte atrasado e um motorista antipático, um dia negro cheio de chuva, um email com más notícias. E puff, não se faz chocapic, mas faz-se um dia mau. Daí para a frente, há uma grande probabilidade de tudo correr mal. Porque é assim que vamos ler tudo, mesmo os acontecimentos que normalmente não consideraríamos como maus. Naquele contexto passam a ser mais um bocado de farinha para juntar ao bolo, neste caso amargo. É o caso de hoje: dormi mal, acordei mal disposta, voltei a dormir. Tinha boleia […]

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As duas melhores aplicações para me manter organizada

Olá, Olá! Hoje vou falar sobre aplicações que utilizo para organizar o dia-a-dia. Quinta-feira é dia de mais um post! Já percebi que já tenho alguns leitores regulares, o que me deixa muito feliz. Se acompanhas regularmente o meu blog, deixa um comentário abaixo, please! Isto é muito importante sobretudo nos dias como hoje, em que estou exausta e não não me apetece nada começar a escrever. Depois de uns quantos dias a dormir muito pouco, estou oficialmente exausta e pronta para o fim de semana. Infelizmente, não vai chegar tão depressa. Quando começo a escrever pesa o compromisso que tenho quando as pessoas que me acompanham. Mas mal começo a escrever sinto-me com mais energia, por isso espero que o resultado seja bom. Como sabem meto-me num número enorme de actividades e torna-se difícil, muitas vezes coordená-las a todas. Em teoria, correria tudo bem. Na prática não podemos não descansar durante 12 ou mais horas seguidas, as pessoas marcam e desmarcam as reuniões mil vezes, os professores mudam aulas, etc, etc Com tanta coisa, é difícil manter tudo organizado e não me esquecer de nada nem de ninguém. Por isso, preciso de algumas ferramentas que me ajudem a gerir o dia-a-dia. […]

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O top 3 dos transportes que me tiram do sério

Hoje vou falar sobre um tema que assombra a minha vida diariamente. Especialmente desde que iniciei o curso de psicologia que o meu descontentamento com o sistema de transportes públicos da grande Lisboa se tornou parte do meu dia-a-dia. Porém desde que decidiram desmontar Lisboa, que o meu ódio atingiu máximos históricos. Um dos projectos que um dia gostaria de por em prática, era ser capaz de escrever uma reclamação sempre que me deparo com um problema (isto implicaria escrever pelo menos uma reclamação por dia e a média andaria nas três). Desde os meus 6 anos que no meu agregado familiar não existe carro, por isso desde pequena que me habituei a andar de transportes. Até ao 6º ano ia para a escola de carrinha (i.e. aquelas carrinhas privadas de transporte de crianças), mas daí para a frente passei a utilizar sempre o comboio. Quando fui para o Porto andava de metro e de autocarro. De regresso a Lisboa passei a utilizar o comboio e o metro. Agora, para ir para o estágio, normalmente utilizo comboio e autocarro. Não quero enganar ninguém, eu adoro os transportes públicos, não em Lisboa, mas em Londres, Paris, Berlim ou Frankfurt. Quando comecei a […]

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Namorar depois dos meus pais morrerem

Hoje vou falar de alguém de quem ainda só falei numa linha ou duas, mas que é alguém muito importante. Ao contrário, de outros posts onde falo mais sobre pessoas do passado que permanecem no presente, hoje vou falar de alguém que enche o meu presente. Vou falar de alguém que muitas vezes foi e é a única pessoa a por like nos meus posts e nas minhas páginas e que me apoia sempre em todas as minhas ideias por muito que saiba que depois eu vou ficar sem tempo para nada. Hoje vou falar do meu namorado. Foram muitos os anos em que afastei todo e qualquer rapaz/homem que se aproximasse de mim. Se já era difícil para mim ter relações próximas e estáveis com os meus amigos, mais difícil ainda era conceber a proximidade da relação que teria com um namorado. Até me resolver bem, achava (e bem) que namorar ia acabar por dar para o torto. Filha de pais divorciados, depois dos meus pais terem morrido e a viver sozinha, era uma excelente candidata para relações abusivas e de grande dependência. Não queria, de todo, ver-me metida numa situação que não seria capaz de resolver. Sem os […]

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6 dicas para sobreviver a 8 horas de trabalho

Quando começamos a estagiar/trabalhar  passamos de seres livres que habitam uma faculdade no horário que lhes apetece para pessoas que se sentam à frente de um PC das 9h30 às 18h30. Quando inicialmente pensei neste post, tinha programado falar sobre coisas que podemos fazer durante essas oito horas para que a experiência seja mais agradável. Porém, depois de um mês e meio de estágio acho que a resposta está nas outras 16 horas e dois dias (no meu caso três) de descanso que a semana nos oferece. Uma nota para dizer que para além das 8 horas de trabalho tenho mais cerca de 3 horas de viagens entre a minha casa e o trabalho, o que na realidade reduz as 16 horas a 13. Como nunca tive carro e nem sei o que é não andar de transportes, já estou habituada a utilizar essas 3 horas de forma produtiva para ler, rezar, rever coisas da faculdade e, ultimamente, para actualizar as redes sociais do blog, editar imagens e rever posts. Para mim, foi horrível ver-me fechada num escritório. Não que não goste do meu trabalho ou que tenha claustrofobia, mas porque realmente não estava habituada. No colégio se fosse preciso ficava […]

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Como ganhar experiência antes de ter o primeiro trabalho

Muita gente pensa que tem que esperar pelo fim do curso para começar a ganhar experiência e para começar a trabalhar. O problema é que para encontrar estágios, e mesmo um trabalho, temos muitas vezes que já ter algum tipo de experiência, mais que não seja para nos destacarmos. Obviamente que, em algumas áreas, não é possível começar a exercer antes de acabar o curso (é o que acontece em psicologia, a minha área). Então o que é que podemos fazer? Tudo e mais alguma coisa. A única coisa proibida é fazer exclusivamente o curso e passar três/cinco anos sem ter uma única experiência fora da sala de aulas. Tenho 24 anos e nunca tive um trabalho, ou pelo menos, um trabalho pago. Sempre senti a responsabilidade de receber uma pensão para poder estudar e sempre tive a completa noção que tinha que aproveitar ao máximo este tempo para me desenvolver o mais possível e para ser útil à sociedade. Quem me conhece sabe que ando sempre a correr de um lado para o outro. Isto começou provavelmente no secundário e tornou-se em algo que faz parte de mim desde que entrei para a faculdade. Lembro-me de estar na primária […]

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Receita – Massa com molho de tomate e natas

Esta é uma receita super simples, tão simples que quase não é uma receita. No entanto, quando o experimentarem vão perceber porque é que milhares de pessoas no pinterest adoram este prato. Aliás, foi através do pinterest que vi pela primeira vez a receita e decidi experimentar. Tenho que confessar que estava com algum receio, mas o resultado final é óptimo, faz-se em 15 minutos e só são necessários quatro ingredientes. Hoje o esforço de edição foi todo para o vídeo, por isso o post é mais simples e no fundo é só um auxiliar escrito ao vídeo. Espero que gostem. Deixem nos comentários outras receitas que gostassem de ver, uma vez que a ideia é ir fazendo alguns vídeos deste género no futuro. RECEITA Dificuldade: muito fácil Tempo: 15 minutos (até é possível que demorem menos) Ingredientes: Massa (eu prefiro tagliatelle) Polpa de tomate/Tomate triturado Natas Queijo ralado Alho e cebola picados (como não tinha, no vídeo usei massa de alho, mas o sabor fica muito melhor se usarem alho e cebola frescos picados). Instruções: Colocar cerca de 1 litro de água a ferver numa panela média Quando a água estiver a ferver, adicionar a massa (sugiro um a […]

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De só a sozinha?

Será que é possível uma pessoa, ainda por cima uma rapariga, gostar de estar sozinha? Será que não é muito melhor estarmos sempre acompanhados? Será que não aprendemos só a gostar de estar sozinhos quando inevitavelmente não temos ninguém com quem estar? É para responder a esta e a outras perguntas que decidi escrever este post. Considero que, para a idade que tenho (24 anos), já tive uma boa experiência do que é a solidão e do que é estar sozinha. Entre mudanças de cursos, chatices familiares e com os amigos, já passei algumas temporadas mais sozinha que acompanhada. Já passei fins de semana inteiros sem falar com ninguém. E sei que no fim, por muito que custem, esses são momentos que nos fazem crescer incrivelmente. Não é fácil, numa casa vazia confrontamo-nos com tudo o que somos e o que não somos. Numa casa vazia só existimos nós próprios: com os nossos defeitos e as nossas qualidades, não há outro com quem falar, outro que criticar, não há outro. Somos nós, no nosso melhor e no nosso pior. No início, custa encontrarmo-nos a sós, depois custa não termos este espaço só nosso. A primeira vez que fiquei sozinha em […]

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Diário de uma rapariga que vive sozinha

Não, não é o meu. É o famosíssimo diário de Bridget Jones. Bridget, uma londrina que vive sozinha, relata-nos de forma engraçada o seu dia-a-dia entre a liberdade de viver sozinha agora e o pânico de viver sozinha para sempre. Muitas vezes referido ao longo do livro é o mito da mulher que morre sozinha em casa e é comida pelos gatos. O livro já tem muitos anos, mas encontrei-o por um euro e decidi lê-lo no Verão. Foi uma leitura leve e agradável. É um livro que se lê rápido. Embora não seja igual ao filme, é bastante parecido. Mas achei sobretudo interessante, ler um diário ficcional de uma mulher que como eu, vive sozinha. O dilema carreira vs. família Porém, acho que nos separa uma geração. Depois de ter passado os últimos anos da adolescência e os primeiros da vida adulta a ver filmes e séries de mulher que diziam não querer casar e ter filhos e em que me passavam pelos olhos tantos exemplos de mulheres que por opção ou pressão se dedicaram à carreira e que, ignorando os relógios biológicos, deixaram a família para depois ou optaram por nem a colocar nos seus planos. Penso que […]

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