Uma reflexão sobre os 25 posts em 25 dias

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Para celebrar os meus 25 anos decidi escrever 25 posts em 25 dias.  Sabia que era desafiante, mas achei que era fazível e levei uma chapada de luva branca da vida. Depois de 4 tentativas cheguei ao fim e, agora, gostava de partilhar convosco um pouco do processo, o que correu bem, o que correu mal, o que aprendi. Acredito que podemos aprender muito com a experiência dos outros, por isso espero que este post vos seja útil. O post é longo, por isso deixo-vos um resumo no fim. Primeira tentativa A primeira tentativa começou em Abril e a ideia era os 25 posts antecederem os 25 anos. Comecei tardiamente, mas achei que não haveria problema em dois ou três posts sairem mais tarde com posts do género “o que muda com os 25 anos”. Logo no início comecei a falhar nas horas de saída dos posts, depois comecei a falhar dias e por fim passei mais de uma semana sem publicar nenhum (SHAME!). Segunda tentativa Com a chegada dos meus anos parecia-me parvo abandonar o projecto por isso decidi retomá-lo, com um post sobre a consistência. Voltei a partilhar os primeiro posts, o que me deu alguns dias para […]

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#25 – Sobre chegar ao fim

dia 25

O último post dos 25 posts para comemorar os meus 25 anos é para falar de finais e de acabar coisas. Num próximo post vou escrever sobre este processo e como correu. Hoje vou-me focar no sentimento de chegar ao fim, de terminar, de acabar algo. Neste último mês, terminei a tese e o relatório de estágio, estive a participar num programa de voluntariado de Verão da Câmara de Cascais. Hoje apresentei a minha tese e agora termino também os 25 posts que me propus a escrever. E sabe tão bem chegar ao fim. Sou uma apologista do feito é melhor que perfeito. Ainda que às vezes tropece em desejos de perfeição ou na tentação da procrastinação, a uma dada altura do processo lá me acabo por focar nos meus objectivos e concluir o que me propus a fazer. E nestes dias tenho sentido que realmente não vale a pena deixar as coisas em aberto, mais vale “despachar”. Ainda que não fique com a qualidade que desejámos ou que sabemos que noutras condições poderíamos atingir, mais vale acabar. Depois há tempo para fazer melhorias, outras oportunidades para fazer melhor. Acho que este espírito de terminar coisas está a ajudar-me a […]

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#24 -Sobre ter 25 anos e pedirem-me o BI para entrar numa discoteca

dia 24

Já não ligo, nem me indigno, quando me pedem o BI para entrar numa discoteca, ou quando compro bebidas alcoólicas e me informam que é necessário alguém maior de idade. Também já me habituei às caras de choque quando digo que tenho 25 anos, depois de várias tentativas de adivinharem a minha idade que raramente passam dos 19. Acho piada ao ar confuso de quem não me conhece quando digo que vou brevemente defender a minha tese de mestrado. Um dia, quando tiver 50 anos, talvez agradeça o facto de parecer mais nova. Até lá umas vezes fico só farta de ouvir sempre a mesma coisa, outras rio-me, porque é irónico que vivendo uma vida de adulta, a minha aparência seja de criança. O termo técnico é “baby face”, em português cara de bebé. Refere-se a pessoas, como eu, com caras redondas, bochechas fartas, olhos grandes, poucas rugas. Em resumo, são pessoas que parecem mais novas do que parecem. Estudos demonstraram que as pessoas consideram as pessoas com baby face mais bonitas e simpáticas, mas nem tudo é bom. As pessoas com este tipo de cara também são consideradas menos inteligentes, menos capazes e mais infantis. É chato? É, mas faz […]

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